Crêoulos livres e Africanos

Com o fim do trafico de escravos, efetivado em 1850, uma discriminação nacia entre os Crêoulos livres e os Africanos emancipados, era a consequencia da chegada ao Brasil um certo número de colonos brancos (calcacianos), trabalhadores braçais, que não queriam trabalhar indistintivamente no meio de pessoas de cor, escravas. O aparecimento deste fenômeno e daqueles preconceito estão expostos em um relatório do consul britanico no Rio de Janeiro em 31 de março de 1851. elel enviava os números do recenseamento efetuado em 1848. Na cidade do Rio de Janeiro, havia 8.449 africanos livres e 5.012 Crêoulos: "pretos" livres, contra 110.512 escravos.

Havia Ali 142.402 brancos entre os quais 37.924 eram estrangeiros ( 26.749 portugueses ), mais ou menos 8.000 colonos brncos.entre os quais agricultores e artesão estabelecidos na cidade enas imedia&cccedil;&ocedil;es. de fato, estes ultimos eram suficientemente numeroso para afetar as possibilidades do emprego dos trabalhadores de cor livres que descontente com a redução seus ganhos, consequência da concorrência com os brancos, estavam desejosos de retornar para a África um africano livre, tinha vindo pedir pedir ao consul que o ajudasse a achar um navio britânico para transporta-lo para lá, como também ´s 500 pessoas que tinham a mesma posição. O cónsul acressentava que eles; recusavam ir outro lugar que não fosse a África.Nenhuma esperança, pois, de as Antilhas verem aumentar a quantidade de sua mão de obra.Na mesma época , em 18 de novembro de 1850, o cônsul escrevia da Bahia . .

De conformidade com o decreto promulgado pelas autoridades desta província vizando encorporar o trabalho da mão de obra nacional, é proibido a todo barquero africano fazer o seu serviço nos cais e nas estradas públicas da cidade.Este serviço, de agora em diante, será garantido por brasileiro ou por Crêoulos livres. .

O Cônsul acrecenta que : aproximadamente 750 Africanos foram assim expulsos de seu emprego; muito dentre eles obtiveram sua emancipação pagando somas consideráveis para seus proprietários.

Os Brasileiros consideram que esta medida incitará a população gradualmente a populaçaão branca a empreender trabalho ao ar livre, os quais até agora mostraram aversão.

TAXA DE FECUNDIDADE DAS MULHRES DE 16 ANOS OU MAIS MÉDIA POR COR ( 1992, 1999, E 2007)

MOntando tabelas

2007
1999
1992
Cor Taxa Porcentagem das Mulhres Taxa Porcentagem das Mulhres Taxa Porcentagem das Mulhres
Brancas
1.98
52.1%
2.91
56.8%
2.52
52.3%
Pretas 2.29
7.8%
3.41
5.6%
2.80
6.3%
Pardas 2.40
39.1%
3.46
37.0%
2.91
41.0%
Negras 2.39
46.9%
3.46
42.6%
2.89
47.3%
Indígenas 2.67
0.3%
3.66
0.2%
3.40
0.1%
Amarelas 1.96
0.6%
2.91
0.5%
2.67
0.3%
Total 2.17
100%
3.15
100%
2.70
100 %

A PNAD mede fecundidade para mulheres de todas as cores, desde 1992. Houve medidas em PNADs anteriores , mais não são totalmente comparéveis com a serie 1992 a 2007. Portanto, será analisada a fecundidade apenas em três anos 1992, 1999, 2007

Genocido : Tentativa de ou Destruição total ou parcial de um grupo, Nacional, Étnico /Racial ou Religioso e Cultural : Constitui crime contra a Humanidade.

Racismo

Cultura Identidade e Resistencia Suldanesa no Brasil 13% da população é de gente preta -Black

 

Fonte: Obra: FLUXO e REFLUXO (do Tráfico de escravos entre o Golfo do Benin e a Bahia de todos os santos dos séculos XVIII a XIX. - Pierre Verger - Paginas:533a 534


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